O que Brejetuba compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Brejetuba compraram US$ 3.648 de outros países.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 50 cidades de Espírito Santo que importaram, Brejetuba ficou em 48º lugar. No Brasil, em 2.446º entre 2.567.
Ver o ranking de importaçõesTodos os produtos (2)
Nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver de onde ele vem.
- 1Assentos, mesmo transformáveis em camas, e suas partes0,7 toneladasUS$ 3.39893%
- 2Aquecedores elétricos de água, incluídos os de imersão…0 toneladasUS$ 2506,9%
Todos os países (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver o que vem de lá.
- 1ChinaUS$ 3.648100%
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Ano a ano
- 2023US$ 2.000
- 2024US$ 201 mil
- 2025US$ 250
- 2026 (até setembro)US$ 3.398
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Brejetuba
Quanto Brejetuba importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em Brejetuba (ES) compraram US$ 3.648 de outros países: 2 produtos, de 1 país.
O que Brejetuba mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Assentos, mesmo transformáveis em camas, e suas partes (93%), Aquecedores elétricos de água, incluídos os de imersão… (6,9%).
De quais países Brejetuba mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram China (100%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.